Odebrecht

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A Odebrecht no esquema de poder do PT

Excelente artigo do Kanitz ontem no Facebook. Faltou dizer, é claro, qual era o objetivo estratégico da associação do PT com a Odebrecht, que não visava financiar campanhas e sim financiar um esquema de poder para bolivarianizar o regime – e não apenas no Brasil (basta ver o que aconteceu em Angola, Cuba, Venezuela, Nicarágua, República Dominicana etc).

A Odebrecht se associou ao PT da mesma forma, exatamente da mesma forma, que Krupp e Ig Farben se associaram a Hitler, vislumbrando lucros incessantes a perder de vista caso se estabelecesse por aqui alguma coisa como o Reich, um governo de mil anos. Se essa trajetória não tivesse sido interrompida pelo impeachment, o PT aboliria a rotatividade democrática (como fizeram os países bolivarianos) e não sairia do governo tão cedo. Leiam o artigo.

O Depoimento de Emílio Odebrecht

Stephen Kanitz​, Facebook 14/03/2017

Todo mundo achava, inclusive eu, que a seta ou caminho da propina era:

Propina da Odebrecht ➡️ Conta Secreta do Partido ➡️ Despesas do Partido.

Como afirmou Emilio todas as empreiteiras faziam ou eram obrigadas a fazer contribuições para governos passados.

Só que ultimamente o PT não exigia 3% para pagar a Odebrecht em dia, como se fazia em outros governos.

A Odebrecht não pagava 10% a um funcionário do PT logo em seguida de uma licitação ganha, como acontecia com outros partidos.

O esquema do PT era outro. Inovador.

A seta era justamente o contrário.

Dinheiro Desviado do Governo pelo PT ➡️ Contas Bancarias da Odebrecht ➡️ Despesas do PT pagas pela Odebrecht.

Para o PT a Odebrecht era um Banco, não uma empreiteira.

Tanto que a Odebrecht até comprou um Banco, o Meinl Bank, para manter a grana cada vez mais volumosa do PT em custodia, que não era sua especialidade.

Emilio e Marcelo recebiam telefonemas do “Italiano” tipo: “Vamos lhes dar um empréstimo ou aditamento de R$ 1 bilhão, mas o dinheiro é nosso, não seu”

Odebrecht guardava o dinheiro escondido do PT, uma bela diferença.

Outros Partidos guardavam eles mesmos o dinheiro da corrupção nas Ilhas Cayman, ou na Suíça.

Mas manter dinheiro da corrupção em contas próprias se tornou muito arriscado.

A solução do PT foi manter o dinheiro na própria Odebrecht, legalmente, mesmo sendo o dinheiro ilegal.

E de tempos em tempos, Emilio ou Marcelo Odebrecht recebiam um telefonema do Amigo ou do Italiano para pagar alguma coisa, uma gráfica por exemplo.

Isso não era uma Central de Propina, como noticia nossa impressa. Isso era uma Central de Pagamento do Partido.

A Odebrecht deveria ter recusado em ser usada como Banco?

Deveria.

O Emilio ou Marcelo Odebrecht poderiam ter feito outra coisa?

Claro que sim.

Mas provavelmente algum diretor ou consultor político da Odebrecht deve ter alertado.

“Mas antes de recusar lembre-se do que aconteceu com o…”

 

 

 

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