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#PTNUNCAMAIS

Começou a transição democrática. O lema para o período que se inaugura hoje é um só: PT NUNCA MAIS! Tudo pode acontecer, menos os autocratas voltarem ao poder. Por isso é tão importante consumar a pauta das ruas, repetindo sempre a hashtag ‪#‎PTNUNCAMAIS‬

E qual é essa pauta que emergiu das ruas? Basta olhar as fotos das manifestações de 15 de março, 12 de abril, 16 de agosto de 2015 e de 13 de março de 2016: Fora Dilma, Lula na Cadeia e Fora PT. Confiram:

 

PT ninguém mais

 

É um imperativo democrático não deixar – nunca mais – o lulopetismo voltar ao poder. Além da deposição constitucional de Dilma, isso implica que Lula deve pagar pelos crimes que cometeu.

Sim, Lula deve ser preso pelos seus crimes. Contra ele pesam, pelo menos, 7 acusações já listadas pelo Ministério Público:

1 – Liderar o comando da quadrilha, que desviou milhões da Petrobrás,

2 – Participar da tentativa de comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras,

3 – Obstruir a Justiça ao ser nomeado na Casa Civil para ganhar foro privilegiado,

4 – Receber favores de empreiteiras ligadas ao Petrolão em reforma de um sítio em Atibaia, frequentado pela família,

5 – Ocultar patrimônio e lavar dinheiro por meio de um apartamento tríplex no Guarujá, – que Lula jura não ser dele – ,

6 – Receber dinheiro de propina, por meio de empreiteiras, por palestras realizadas no Brasil e no exterior, e

7 – Venda de medidas provisórias com suposto beneficiamento de seu filho Luís Cláudio Lula da Silva.

Bem… falta muita coisa ainda. Se fôssemos listar todos os crimes cometidos pelo chefe da quadrilha, para usar uma expressão bíblica, seriam 7 vezes 7 (senão mais). É um absurdo que ele tenha permanecido solto durante tanto tempo, comandando de facto o governo, obstruindo investigações, sabotando a justiça e ainda por cima subornando agentes políticos com dinheiro de origem suspeita.

Por último, o PT – uma quadrilha disfarçada de partido – deve ser extinto dentro das regras do Estado democrático de direito.

A pauta das ruas Dagobah

Há, certamente, quem não concorde com isso, como Fernando Henrique, por exemplo. Ora, mas ele também achava que deveria ser preservada a liderança de Lula (que considerava um patrimônio do país). E ele também avaliava que Dilma era uma mulher honrada.

Fernando Henrique já tem um papel reservado na história (e isso deve ser reconhecido e proclamado), por ter feito um governo democrático: não aparelhador do Estado, não perseguidor de adversários ou da imprensa, não comandado por uma quadrilha de assaltantes sediada na presidência da República. Mas o seu forte não é – nunca foi – a capacidade de análise política.

Até hoje ele não entendeu a natureza autocrática do projeto neopopulista do PT. Errou ao bloquear o impeachment de Lula no final de 2005, oferecendo-lhe a tábua de salvação do palanque de 2006. E se não fossem as ruas, estaria errando até agora, trabalhando contra o impeachment de Dilma. Mas a oposição popular, felizmente, nada tem a ver com Fernando Henrique, Aécio, Alckmin ou outras lideranças de uma oposição que renunciou a cumprir o seu papel traindo a vontade das urnas de 2002, de 2006, de 2010 e de 2014.


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