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Netweaving 3

Articulação e animação de redes humanas

Lançamento NETWEAVING 3

O já tradicional programa Netweaving: Articulação e Animação de Redes Humanas entra agora na sua terceira geração.

Essa terceira geração, sem descurar da teoria, focaliza mais a prática.

A teoria. Quais são os conhecimentos indispensáveis sobre a fenomenologia da interação descobertos pela Nova Ciência das Redes?

A prática. O que fazer concretamente para ativar as redes que estão presentes em qualquer ambiente humano, sejam organizações ou localidades?

Quando será realizado o programa?

Durante o mês de junho de 2026. As aulas interativas, pelo Zoom, serão nos dias 4, 11, 18 e 25 de junho (todas as quintas-feiras a partir das 20h00).

Qual é o valor do investimento?

O valor do investimento é R$ 840,00. 

Para inscrições feitas durante o mês de abril o valor especial com desconto será R$ 420,00.

Como se inscrever no programa?

Preencher a ficha de inscrição no link abaixo:

https://forms.gle/hvM1g7LJxEmzaDoA9

Atenção: as vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de inscrição.

PARA SABER MAIS SOBRE O PROGRAMA

O que é netweaving de redes humanas? 

O surgimento da Nova Ciência das Redes, na passagem do século 20 para o século 21, permitiu um conhecimento, até então inédito, sobre a fenomenologia da interação que se manifesta em ambientes configurados segundo padrões de organização com topologia mais distribuída do que centralizada. Com base nesses novos conhecimentos foi possível desenvolver tecnologias sociais de netweaving (articulação e animação de redes humanas).

Por que usar a expressão ‘redes humanas’ em vez da expressão ‘redes sociais’?

Usa-se aqui a expressão redes humanas porque o conceito de redes sociais foi deturpado, sobretudo no Brasil, pela confusão entre redes sociais (social networks) e mídias sociais (social media). Redes sociais são redes humanas e se configuram quando pessoas interagem, sobretudo enquanto estão interagindo, segundo padrões de organização mais distribuídos do que centralizados. Redes sociais não são, portanto, a mesma coisa que mídias sociais (como o X, o Facebook, o Instagram, o TikTok e outras). Não são ferramentas, plataformas, aplicativos. São pessoas interagindo por qualquer meio (inclusive por mídias sociais).

Como surgiu a Nova Ciência das Redes e quais foram suas principais descobertas até agora?

Surgiu no final do século passado uma chamada nova ciência das redes. Desse novo campo de investigação participaram vários cientistas, inicialmente físicos, em sua maioria, mas também matemáticos, sociólogos e pesquisadores de outras áreas do conhecimento. Pode-se citar alguns, meramente a título de exemplo: Albert-László Barabási, Steven Strogatz, Duncan Watts, Manuel Castells, Pierre Lèvy. E cada vez mais biólogos, epidemiologistas (e até médicos, como Nicholas Christakis).

As principais descobertas da nova ciência das redes, que surgiram nos primeiros dez anos do século 21, são surpreendentes. Mas as aplicações desse conhecimento às sociedades e organizações logo foram descontinuadas pela reação do mundo hierárquico, sobretudo dos Estados-nações e de outras organizações centralizadas, por medo de deixarem de ser os fulcros dos sistemas de governança públicos e privados.

No Brasil, em particular, houve (e continua havendo) uma confusão entre redes sociais (pessoas interagindo por qualquer meio) e mídias sociais (sites, programas, tecnologias) que dificulta o entendimento das redes e desestimula o interesse pelo assunto.

A nova ciência das redes foi o resultado da confluência de três campos investigativos: a análise de redes sociais (SNA), que está na pré-história dessa nova ciência, tendo como patrono Leonhard Euler (1707-1783); redes como estruturas que se desenvolvem; e redes como sistemas dinâmicos complexos.

Suas descobertas principais indicam:

1) que o comportamento coletivo não pode ser derivado do comportamento dos indivíduos (ou que – como escreveu o físico Marc Buchanan (2009) em O Átomo Social – “diamantes não brilham porque os átomos que os constituem brilham, mas devido ao modo como esses átomos se agrupam em um determinado padrão: o mais importante é frequentemente o padrão e não as partes, e isso também acontece com as pessoas”),

2) que redes são múltiplos caminhos e que o padrão de organização (a topologia da rede) determina ou condiciona fortemente os comportamentos possíveis de qualquer coletivo,

3) que redes sociais são redes humanas e que redes sociais mais distribuídas do que centralizadas estão se espalhando nas sociedades (e que é isso que chamamos de emergência de uma sociedade em rede),

4) que descentralização não é a mesma coisa que distribuição,

5) que centralização é o que chamamos de hierarquia (topologias mais centralizadas do que distribuídas),

6) que a conectividade acompanha a distribuição,

7) que a interatividade acompanha a conectividade,

8) que adesão ou participação não são a mesma coisa que interação,

9) que tudo que interage tende a clusterizar (clustering),

10) que tudo que interage pode enxamear (swarming),

11) que o imitamento (cloning) é uma forma de interação,

12) que tudo que interage se aproxima (crunching) diminuindo o tamanho social dos mundos,

13) que assim como a interatividade cresce com a transição para rede, a inovatividade tende a crescer com a interatividade,

14) que o aumento da interatividade depende da desobstrução de fluxos (e que é isso que chamamos de processos de rede nas organizações),

15) que só redes podem aprender, que – como disse Humberto Maturana – “aprender não é apreender o mundo e sim mudar com o mundo” e que o que chamamos de inteligência é um atributo dessa capacidade de aprender.

Como consequências dessas descobertas – no que tange especificamente à inovação – é possível afirmar:

1) que não adianta querer mudar (a dinâmica de funcionamento) sem mudar (o padrão de organização) e que – como se pode derivar de tudo o que escreveu Marshall McLuhan – é o ambiente que muda as pessoas, não a tecnologia,

2) que uma mudança só é possível do conhecido para o desconhecido, não do conhecido para o conhecido,

3) que inovação é sempre um resultado inesperado e, assim, é inútil tentar controlar processos de inovação verificando se foram alcançados os resultados esperados,

4) que inovação copiada é reprodução, não inovação. A inovação é sempre inédita e, portanto, é inútil tentar reproduzir os processos particulares pelos quais uma organização inovou com sucesso,

5) que nunca se trata de substituição, de colocar uma coisa no lugar de outra e sim de deixar que os novos processos que se acrescentam aos antigos gerem novas configurações emergentes,

6) que uma boa dose de comportamento aleatório é necessária para a inovação e que não é possível ser criativo sem partir em novas direções sem um plano pré-definido,

7) que é estúpido tentar organizar a auto-organização.

É possível aplicar esses novos conhecimentos da nova ciência das redes às organizações atuais, desobstruindo fluxos para mudar o padrão de organização (de mais centralizado do que distribuído para mais distribuído do que centralizado) e a dinâmica de funcionamento (de mais baseada em interação do que em adesão e participação e tendo como referência mais a lógica da abundância do que a da escassez).

Por que fazer netweaving? 

Para ativar as redes que já existem em ambientes humanos. Ao ativar essas redes algumas coisas surpreendentes podem acontecer: 

  As pessoas ficam mais conectadas e se aglomeram espontaneamente a partir da congruência dos seus desejos para realizar coisas juntas (cocriando ideias e projetos e implantando soluções). 

  As pessoas encontram mais facilmente (com menos intermediários) outras pessoas que podem se sintonizar com elas em torno de algum propósito comum. 

  As pessoas aprendem mais rapidamente umas com as outras o que desejam saber (a inteligência tipicamente humana coletiva é capaz de descobrir pistas para superar problemas e para antever caminhos com mais organicidade do que a inteligência artificial acessada individualmente). 

  As pessoas se mobilizam para fazer qualquer coisa que desejam sem necessidade de uma coordenação externa que atue por comando e controle. 

  Os ambientes em que as pessoas convivem ficam mais interativos e mais criativos, ou seja, aumentam sua inovatividade (ou sua oportunidade de inovar).

Como a teoria ficará disponível para os participantes do programa? 

Criamos o REXOS, um Agente de Inteligência Artificial abastecido com quase duzentos textos (artigos e livros) sobre a Nova Ciência das Redes, com a literatura científica mais relevante sobre o tema. Veja mais adiante todo o acervo do REXOS. Durante o programa os inscritos aprenderão como usar o REXOS criativamente.

Como os ensinamentos práticos poderão ser aplicados pelos participantes do programa? 

Resumimos as principais indicações do que fazer (e do que não-fazer) em qualquer ambiente já testadas nos últimos 30 anos. São recomendações e alertas que não se encontram facilmente na literatura disponível sobre redes.

Se você é gestor de uma empresa, pode estimular a inovação por meio do aumento da interatividade. A aplicação de tecnologias de netweaving pode ajudar a desobstruir os fluxos interativos que transitam no interior da empresa, diminuindo os custos invisíveis, em geral não contabilizados nos balanços corporativos, que drenam os resultados econômicos (como os custos de transação, os custos de atrito de gestão e os custos de déficit de sinergia), evitando o risco sistêmico de perda simultânea de inovatividade e produtividade que levam à perda de sustentabilidade, mesmo quando há crescimento. 

Se você se dedica à educação, a aplicação de tecnologias de netweaving permite configurar ambientes alterdidáticos de aprendizagem que ensejem a emergência de uma inteligência tipicamente humana que pode se acoplar à inteligência artificial impulsionando a colaboração e a criatividade.

Se você atua em uma organização da sociedade civil ou é um agente de políticas públicas, líder de uma comunidade ou morador de uma localidade, a aplicação de tecnologias de netweaving pode melhorar as condições de convivência social em territórios, aumentando a qualidade de vida de seus habitantes ou participantes, despertando e dinamizando seu empreendedorismo e sua capacidade endógena de superar seus problemas. 

Qual é a programação?

Aula 1 – 4 de junho de 2026 | A partir das 20h00 | A nova ciência das redes e suas principais descobertas

Aula 2 – 11 de junho de 2026 | A partir das 20h00 | As principais tecnologias de netweaving

Aula 3 – 18 de junho de 2026 | A partir das 20h00 | Como aplicar tecnologias de netweaving em empresas, organizações da sociedade civil e ambientes educacionais.

Aula 4 – 25 de junho de 2026 | A partir das 20h00 | O que fazer e o que não fazer para ativar as redes que já existem em ambientes humanos.

Como serão as aulas e as demais atividades pedagógicas?

As aulas serão interativas (pelo Zoom), sempre nas quintas-feiras de junho de 2026, a partir das 20h00.

Haverá um grupo de WhatsApp do programa.

Os inscritos poderão propor aos demais participantes o exame coletivo de suas ideias ou projetos. Nesses casos será aberta uma sessão Zoom especial, com a participação do condutor do programa.

Quem conduzirá o programa?

O programa será conduzido por Augusto de Franco. Augusto de Franco investiga o assunto – redes (e a emergência de uma sociedade em rede) – há mais de 25 anos. Escreveu vários livros e dezenas de artigos sobre o assunto. No final de 2008, juntamente com alguns parceiros, fundou uma Escola-de-Redes que chegou a ter mais de 13 mil pessoas conectadas. Trabalhou com o tema em organizações da sociedade civil, grandes e pequenas empresas e governos de todos os níveis.

Qual é o valor do investimento?

LOTE 1 – Preço para inscrições feitas até 30 de abril de 2026 = R$ 420,00

LOTE 2 – Preço para inscrições feitas entre 01/05/2026 e 31/05/2026 = R$ 840,00

Pagamento por PIX. Pode ser parcelado (a depender do banco utilizado).

Como fazer inscrição no programa?

Preencher a ficha de inscrição no link abaixo:

https://forms.gle/hvM1g7LJxEmzaDoA9

Atenção: as vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de inscrição.

SOBRE O REXOS 

Um Agente de Inteligência Artificial chamado REXOS ficará permanentemente disponível aos inscritos para acessar a bibliografia básica de referência (contendo os textos fundamentais da nova ciência das redes e temas correlatos) e para responder questões sobre o conteúdo do programa cruzando as diferentes fontes adotadas.

Como acessar o REXOS?

Os participantes inscritos receberão um link para acessar o REXOS.

Quais são atualmente as fontes do REXOS?

1961 JACOBS, Jane Morte e vida das cidades americanas

1964 BARAN, Paul On distributed communications

1971 TRIVERS, Robert The evolution of reciprocal altruism

1972 CASTELLS, Manuel Urban renewal and social conflict in Paris

1973 MATURANA, Humberto; VARELA, Francisco De máquinas y seres vivos. Autopoiesis: la organización de lo vivo

1975 CAPRA, Fritjof O Tao da Fisica

1975 CASTELLS, Manuel Immigrant workers and class struggles in advance capitalism

1982 CAPRA, Fritjof O Ponto de Mutação

1984 MATURANA, Humberto; VARELA, Francisco A árvore do conhecimento

1985 CASTELLS, Manuel Economics

1985 MATURANA, Humberto Biologia del fenómeno social

1985 MATURANA, Humberto Desde la biologia a la psicologia

1987 MATURANA, Humberto Biology of language

1988 MATURANA, Humberto Ontologia del conversar

1989 CASTELLS, Manuel; LASERNA, Roberto The new dependency technological change and socieconomic restructuring in LA

1991 CAPRA, Fritjof Pertencendo ao Universo

1991 DeLANDA, Manuel War in the Age of Intelligent Machines

1992 MATURANA, Humberto El sentido de lo humano

1993 CASTELLS, Manuel European cities, the informational society and the global economy

1993 MATURANA, Humberto A democracia é uma obra de arte

1993 MATURANA, Humberto Amor y juego

1993 PUTNAM, Robert D. Comunidade e democracia: a experiência da Itália moderna

1994 CASTELLS, Manuel; AOYAMA, Yuko Paths towards the informational society

1994 LÉVY, Pierre Inteligencia colectiva por una antropologia del ciberespacio

1994 LEVY, Pierre Plissé fractal

1995 CAPRA, Fritjof Sabedoria incomum

1996 CAPRA, Fritjof A teia da vida

1996 CASTELLS, Manuel An introduction to the Information Age

1996 CASTELLS, Manuel The Net and the Self working notes for a critical theory of the Informational Society

1996 CASTELLS, Manuel The rise of the network society Parte 1

1996 CASTELLS, Manuel The rise of the network society Parte 2

1996 CASTELLS, Manuel The rise of the network society Parte 3

1996 CASTELLS, Manuel The space of flows (cap. 6 The Rise of the Network Society)

1997 AXELROD, Robert M. The Complexity of Cooperation

1997 CASTELLS, Manuel Paths and problems of the integration of post-communist Russia into the global economy a concept paper

1997 CASTELLS, Manuel; CARNOY, Martin; BENNER, Chris Labour markets and employment practices in the age of flexibility a case study of Silicon Valley

1998 CASTELLS, Manuel A rejoinder on power, identities and culture in the Network Society

1998 CASTELLS, Manuel The real crisis of Silicon Valley a retrospective perspective

1998 DeLANDA, Manuel Markets and antimarkets in the world economy

1998 LÉVY, Pierre Qué es lo virtual

1998 LEVY, Pierre Tecnologias da Inteligência

1999 AMARAL, Luis; BARTHÉLÉMY, Marc Small-world networks Evidence for a crossover picture

1999 BARABÁSI, Albert-László; ALBERT, Réka Emergence of scaling in random networks

1999 CASTELLS, Manuel A sociedade em rede

1999 CASTELLS, Manuel Information technology, globalization and social development

1999 CASTELLS, Manuel Materials for an exploratory theory of the Network Society

1999 GORDON, Deborah M. Ants at work: how an insect society is organized

1999 LÉVY, Pierre Cibercultura

2000 AMARAL, Luis; BARTHÉLÉMY, Marc; SCALA, A.; STANLEY, H. Classes of small-world networks

2000 CASTELLS, Manuel Conclusion urban sociology in 21st century

2000 CASTELLS, Manuel Toward a sociology of the Network Society

2000 CASTELLS, Manuel Urban sustainability in the information age

2000 CASTELLS, Manuel; KISELYOVA, Emma Russian federalism and Siberian regionalism (1999-2000)

2000 DeLANDA, Manuel A Thousand Years of Nonlinear History

2000 LEVY, Pierre Filosofia World o Mercado, o Ciberespaço, a Consciência

2000 LEVY, Pierre O Fogo Liberador

2000 THOMPSON, William Speculations on the city and the evolution of consciousness

2001 AMARAL, Luis; BARTHÉLÉMY, Marc; SCALA, A. Small-world networks and the conformation space of a short lattice polymer chain

2001 AMARAL, Luis; STANLEY, H.; EDLING, C.; LIJIEROS, F.; ALBERG, Y. The web of human sexual contacts

2001 CASTELLS, Manuel A rejoinder to Abell and Reynier’s ‘Failure of social theory’

2001 CASTELLS, Manuel European unification in the Era of the Network Society

2001 CASTELLS, Manuel Local and global cities in the Network Society

2001 CASTELLS, Manuel; CARNOY, Martin Globalization, the knowledge society and the network state Poulantzas at the millennium

2001 MATURANA, Humberto Cognição, ciência e vida cotidiana

2001 STROGATZ, Steven Exploring complex networks

2001 THOMPSON, William Irwin História cultural e sistemas dinâmicos complexos (excertos)

2001 FRANCO, Augusto Capital social

2002 FRANCO, Augusto Uma teoria da cooperação baseada em Maturana

2002 AMARAL, Luis; BARTHÉLÉMY, Marc; MOSSA, S.; STANLEY, H. Truncation of power law behavior in scale-free network models due to information filtering

2002 AMARAL, Luis; CAMACHO, J.; GUIMERÀ, R. Analytical solution of a model for complex food webs

2002 AMARAL, Luis; CAMACHO, J.; GUIMERÀ, R. Robust patterns in food web structure

2002 BARABASI, Albert Linked

2002 BARABASI, Albert; ALBERT, Réka Statistical mechanics of complex networks

2002 CASTELLS, Manuel; AOYAMA, Yuko An empirical assessment of the informational society

2002 CASTELLS, Manuel; IPOLA, Emílio Epistemological practice and the social sciences

2002 DeLANDA, Manuel Intensive Science & Virtual Philosophy

2002 MATURANA, Humberto Emoções e linguagem na educação e na política

2002 STROGATZ, Steven; NEWMAN, Marc; WATTS, Duncan Randon graph models of social networks

2002 THOMPSON, William Studies in the evolution of culture

2002 THOMPSON, William The evolution of the afterlife

2002 WATTS, Duncan; DODDS, Peter Identity and search in social networks

2003 BARABÁSI, Albert-László; WUCHTY, Stefan; RAVASZ, Erszébet The arquichiteture of biological networks

2003 CAPRA, Fritjof As conexões ocultas (Palestra sobre o livro em 110803)

2003 CASTELLS, Manuel The cultural crisis of engineering in the information age

2003 CASTELLS, Manuel The interaction between information and communication technologies and the network society a process of historical change

2003 CASTELLS, Manuel; IPOLA, Emílio Epistemological practice and the social sciences

2003 LESKOVEC, Jure; BRANK, Janez The Download Estimation Task on KDD Cup 2003

2003 LESKOVEC, Jure; CHAKRABARTI, Deepayam; KLEINBERG, Jon; FALOUTSOS, Christos Realistic, mathematically tactable graph generation and evolution using Kronecker

2003 LESKOVEC, Jure; SHAWE-TAYLOR, John Linear programming boosting for uneven datasets

2003 MATURANA, Humberto; DÁVILA, Ximena Biologia del Tao y el Camino del Amar

2003 STROGATZ, Steven Sync how order emerges from chaos in the universe, nature and daily life

2003 THOMPSON, William The Borg or Borges

2003 WATTS, Duncan Seis graus de separação

2003 WATTS, Duncan Six Degrees the science of a connected age

2003 WATTS, Duncan; DODDS, Peter; MUHAMAD, Roby An experimental study of search in global social networks

2003 WATTS, Duncan; DODDS, Peter; SABEL, Charles Information exchange and robustness in organizational networks

2004 CAPRA, Fritjof Seminário Humanização do Desenvolvimento Mundial

2004 CASTELLS, Manuel Global governance and global politics

2004 WATTS, Duncan The new science of networks

2004 WATTS, Duncan; DODDS, Peter Universal behavior in a generalized model of contagion

2005 CASTELLS, Manuel; CARDOSO, Gustavo (orgs.) A sociedade em rede do conhecimento à acção politica

2005 CASTELLS, Manuel; CARTIER, Carolyn; QIU, Jack The information Have-Less inequality, mobility and translocal networks in chinese cities

2005 GORDON, Deborah M. Ants at work: how an insect society is organized

2005 LESKOVEC, Jure; CHAKRABARTI, Deepayam; KLEINBERG, Jon; FALOUTSOS, Christos Realistic, mathematically tractable graph generation and evolution using Kronecker

2005 LESKOVEC, Jure; SHAWE-TAYLOR, John Semantic text features form Small World graphs

2005 THOMPSON, William The case for teaching geometry before algebra

2005 VEGA-REDONDO, Fernando Building up social capital in a changing world

2005 VEGA-REDONDO, Fernando; Slanina, Frantisek; Marsili, Matteo Clustering, cooperation and search in social networks

2005 WATTS, Duncan; DODDS, Peter A generalized model of social and biological contagion

2005 WATTS, Duncan; DODDS, Peter; MUHAMAD, Roby; MEDINA, Daniel Multiscale, recurrent epidemics in a hierarchical compartment model

2006 BARABASI, Albert et all Evolution of the social network of scientific collaborations

2006 BARABASI, Albert; NEWMAN, Mark; WATTS, Duncan The Structure and Dynamics of Networks

2006 BARABÁSI, Albert-László et allia Structure and tie strengths in mobile communication networks

2006 BRAFMAN, Ori; BECKSTROM, Rod The Starfish and the Spider

2006 CASTELLS, Manuel Changer la Ville a rejoinder

2006 CASTELLS, Manuel; ARSENAULT, Amelia Conquering the minds, conquering Iraq the social production of misinformation in the US

2006 CASTELLS, Manuel; FERNÁNDEZ-ARDÈVOL, Mireia; QIU, Jack; SEY, Araba Comunicación móvil y sociedad una perspectiva global

2006 DeLANDA, Manuel A new philosophy of society

2006 LESKOVEC, Jure; SINGH, Ajit; KLEINBERG, Jon Patterns of influence in a recommendation network

2006 LÉVY, Pierre Un programme de recherche pour l’économie de l’information

2006 VEGA-REDONDO, Fernando; Goyal, Sanjeev Structural holes in social networks

2006 WATTS, Duncan; KOSSINETS, Gueorgi Empirical analysis of evolving social networks

2006 WATTS, Duncan; SALGANIK, Matthew; DODDS, Peter Experimental study of inequality and unpredictability in an artificial cultural market

2007 CASTELLS, Manuel Communication, power and counter-power in the network society

2007 LESKOVEC, Jure et al. Cost-effective Outbreak Detection in Networks

2007 LESKOVEC, Jure; BACKSTROM, Lars; KUMAR, Ravi; TOMKINS, Andrew Microscopic Evolution of Social Networks

2007 LESKOVEC, Jure; FALOUTSOS, Christos Scalable modeling of real graphs using Kronecker Multiplication

2007 LESKOVEC, Jure; McGLOHON, Mary; FALOUTSOS, Christos; GLANCE, Natalie; HURST, Matthew Cascading behavior in Large Blog Graphs patterns and a model

2007 VEGA-REDONDO, Fernando; Marsili, Matteo; Ehrhardt, George Emergence and resilience of social networks

2007 WATTS, Duncan Challenging the influentials hypothesis

2007 WATTS, Duncan; DODDS, Peter Networks, influence, and public opinion formation

2007 WATTS, Duncan; DODDS, Peter; PETERHANSL, Alex; HANAKI, Nobi Cooperation in evolving social networks

2008 CASTELLS, Manuel The new public sphere global civil society, comunications networks and global governance

2008 CASTELLS, Manuel; ARSENAULT, Emilia Switching power Rupert Murdoch and the global business of media politics

2008 CHRISTAKIS, Nicholas A.; FOWLER, James H. Connected

2008 LESKOVEC, Jure Dynamics of Large Networks (PPT em PDF)

2008 LESKOVEC, Jure Dynamics of Large Networks Thesis

2008 LESKOVEC, Jure et al. Mobile Call Graphs beyond Power-Law and lognormal distributions

2008 LESKOVEC, Jure; FERLEZ, Jure; FALOUTSOS, Christos; MLADENIC, Dunja; GROBELNIK, Marko Monitoring Network Evolution using MDL

2008 LESKOVEC, Jure; GÖTZ, Michaela; McGLOHON, Mary; FALOUTSOS, Christos Modeling Blog Dynamics

2008 LESKOVEC, Jure; HORVITZ, Eric Planetary-Scale Views on a Large Instant-Messaging Network

2008 LESKOVEC, Jure; KRAUSE, Andreas; GUESTRIN, Carlos; Van BRIESEN, Jeanne; FALOUTSOS, Christos Efficient sensor placement optimization for Securing Large Water Networks

2008 LESKOVEC, Jure; LANG, Kevin; DASGUPTA, Anirban; MAHONEY, Michael Statistical properties of Community Structure in Large Social and Information Networks

2008 LÉVY, Pierre Architecture of a Semantic Networking Language

2008 LÉVY, Pierre IEML bilan et perspectives

2008 LÉVY, Pierre IEML présenté à la Conférence Balisage 2008

2008 LÉVY, Pierre La mutation inachevée de la sphère publique

2008 LÉVY, Pierre Service-based IEML

2008 VEGA-REDONDO, Fernando Network organizations

2008 WATTS, Ducan; KLEISENBERG, Jon; KOSSINETS, Gueorgi The structure of information pathways in a social communication network

2008 WATTS, Duncan; LOPES-PINTADO, Dunia Social influence, binary decisions and collective dynamics

2008 WATTS, Duncan; SALGANIK, Matthew Leading the Herb Astray an experimental study of self-fulfilling prophecies in an artificial cultural market

2008 JACKSON, Matthew Social and economic networks

2009 BARABÁSI, Albert-László Bursts, the hidden patterns behind everything we do

2009 CASTELLS, Manuel Entrevista concedida a Juan Cruz (El Pais – 24 11 09)

2009 LESKOVEC, Jure & 34 others The Battle of the Water Sensor Networks (BWSN)

2009 LESKOVEC, Jure; BACKSTROM, Lars; KLEINBERG, Jon Meme-tracking and the Dynamics of the News Cycle

2009 LÉVY, Pierre Algebraic structure of IEML semantic space

2009 LÉVY, Pierre From social computing to reflexive collective intelligence The IEML Research Program

2009 MATURANA, Humberto et all. Matriz Ética do Habitar Humano

2009 MATURANA, Humberto; DAVILA, Ximena; MUÑOZ, Ignacio; GARCÍA, Patrício Sustentabilidade o armonía biológico-cultural de los procesos

2009 WATTS, Duncan; SALGANIK, Matthew Web-based experiments for the study of collective social dynamics in cultural markets

2009 LESKOVEC, Jure; BACKSTROM, Lars; KLEINBERG, Jon Meme-tracking and the Dynamics of the News Cycle

2010 BARABÁSI, Albert-László Burst (nova digitalização)

2010 BARABÁSI, Albert-László Bursts the hidden pattern of behind everyting we do

2010 DeLANDA, Manuel Deleuze History and Science

2010 LESKOVEC, Jure; HUTTENLOCHER, Daniel; KLEINBERG, Jon Predicting positive and negative links in Online Social Networks

2010 LESKOVEC, Jure; KANG, U; TSOURAKAKIS, Charalampos; APPEL, Ana; FALOUTSOS, Christos Radius Plots for Mining Tera-byte Scale Graphs

2010 LESKOVEC, Jure; LANG, Kevin; MAHONEY, Michael Empirical comparison of algorithms for Network Community Detection

2010 LESKOVEC, Jure; SHI, Xiaolin; McFARLAND, Daniel Citing for high impact

2010 LEVY, Pierre IEML Semantic Topology

2010 LEVY, Pierre Theoretical framework for a future computational collective intelligence Diagrama

2010 LEVY, Pierre Theoretical framework for a future computational collective intelligence

2012 FRANCO, Augusto. Hierarquia

2012 FRANCO, Augusto Fluzz

2013 FRANCO, Augusto Cocriação – Reinventando o conceito

2013 FRANCO, Augusto Para configurar ambientes de cocriação interativa

2015 FRANCO, Augusto O que não são redes sociais

2015 FRANCO, Augusto A visão interativista

2018 FRANCO, Augusto Imperfexia: o desafio para a aprendizagem tipicamente humana

2018 SLADE, Samantha Going horizontal

2018 GORDON, Deborah The most important connection in any network is the local

2023 GORDON, Deborah M. The ecology of collective behavior

2024 BORNET, Pascal Irreplaceable

2025 AGÜERA Y ARCAS, Blaise What is Intelligence?

2025 HAYLES, N. Katherine Bacteria to AI – Human Futures with Our Nonhuman Symbionts

Como fazer inscrição no programa?

Preencher a ficha de inscrição no link abaixo:

https://forms.gle/hvM1g7LJxEmzaDoA9

Qual é o valor do investimento?

LOTE 1 – Preço para inscrições feitas até 30 de abril de 2026 = R$ 420,00

LOTE 2 – Preço para inscrições feitas entre 01/05/2026 e 31/05/2026 = R$ 840,00

Pagamento por PIX. Pode ser parcelado (a depender do banco utilizado).

Atenção: as vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de inscrição.

Como os tribunais minam a democracia

Entendendo a dinâmica das redes